Women give life to Africa

Women’s Rights Violation
50x70cm
Amref

Inês Araújo
Portugal, 2009

My main inspiration for this poster were the african fabrics. They are representative of the African culture, and embody at the same time the vitality and strength of African women. Also, most of these fabrics contain symbols that build a pictorial language, familiar to most african cultures, each of them possessing a different meaning such as strength, wisdom, equality or willingness to take action. And isn’t this what those women want and fight for?

Child Labour

Child Labour
50 x 70
Unicef

Ana Cláudia Neves
Portugal 2009

Childhood – the foundation of the future. Childhood implies a safe space where children can play and develop. A society that doesn’t guarantee children’s rights is not building a safe structure for it’s future. This calls for governments and people awareness.
The concept of this poster begins with the idea of construction. A child block game made with cardboard works as a metaphor of the social structure that allows children exploration. The disordered appearance of the blocks emphasizes the fact that this strategy is not working. Keeping your child away from education and protection leads to no development and pain.

Good 50×70 | Workshop Milano

trienalle

A começar no primeiro projecto de Design de Comunicação VII, a participação na edição de 2009 no concurso Good 50×70 revelou-se numa óptima e inesquecível experiência.
Desde a visita à exposição (incluindo a ansiedade de ver os próprios projectos expostos pela primeira vez noutro país), a experiência do workshop e a partilha de histórias com os novos colegas (de diferentes culturas) e ainda com os designers de grande peso, que se demonstraram ser pessoas muito simpáticas e acessíveis, a trocar ideias a toda a hora; o contacto de perto com este projecto Good 50×70 e quem está por de trás do mesmo; toda a experiência e ambiência foi muito importante, tanto para o nosso futuro como designers de comunicação e enriquecimento do conhecimento, como também para o crescimento pessoal.
Bem haja à iniciativa da participação neste projecto! :D

Juliana Duque

OFFF’09 [Fail Gracefully]

A passagem de artistas de grande qualidade neste OFFF’09, tornou este festival uma experiência extremamente enriquecedora, não só pela riqueza dos trabalhos, pela variedade de metodologias e áreas artísticas apresentados, mas também pela própria temática do festival – “Fail Gracefully”.
Foram vários os artistas que apresentaram à plateia a evolução dos seus trabalhos não só através dos seus sucessos, como seria espectável, mas revelando muitos dos seus fracassos – uns que após algum trabalho se tornariam sucessos e outros que acabariam por não sofrer qualquer evolução.

Na sequência deste raciocínio, foi passada uma mensagem que alertava à importância de haver tempo e liberdade para falhar pois é através deste “percurso de falhas” progredimos enquanto artistas/designers/pessoas.

MoMA_portfoliohomepage

No âmbito da disciplina de Design de Comunicação VII, considero que as intervenções mais pertinentes – dado o trabalho que estamos agora a desenvolver – foram a dos designers Paula Scher e Sagmeister que desenvolveram, respectivamente, a imagem/identidade do MoMA e da Casa da Música, e revelaram algumas das etapas essenciais para o desenvolvimento destes projectos.

http://www.pentagram.com/en/

http://www.sagmeister.com/index.html

Inês Aires Mateus

Making Offf with PES

PES id

Para aqueles que ainda não conhecem o trabalho de PES, ou devo antes dizer Adam Pesapane, vale a pena dar uma vista de olhos. É director e animador de uma série de curtas metragens e filmes publicitários (alguns para marcas como a Nike, PSP, Bacardi e Orange), em que utiliza a técnica do stop motion. As ideias surgem-lhe a maioria das vezes a partir de um objecto ou de um conjunto de objectos, de cujas características específicas tira partido na sua animação. Tem, de facto, uma “apetência por alterar as ideias pré-estabelecidas sobre objectos particulares: gosta de brincar com as percepções que o público tem do mundo.” (Diana Nóbrega).

Fireworks

PES entra no offf a deliciar o público com uma sucessão de pequenos filmes repletos de objectos coloridos que parecem ganhar vida – gomas, bonecos, moedas, meias, amendoins e até sofás – tudo pode vir a ter um propósito, e é por isso que vai coleccionando todo o tipo de objectos.

Mas PES não se limitou a uma simples mostra do seu trabalho, este está aliás disponível para visualização online. Os fãs do stop motion, já de água na boca, satisfizeram o seu apetite quando PES explicou o making of de um dos seus mais recentes e aclamados filmes – Western Spaghetti. Numa espreitadela aos bastidores pudemos ficar com uma pequena ideia do trabalho e minúcia necessários à produção de uma animação deste tipo, bem como das técnicas envolvidas – algumas das quais de um grau de elaboração admirável (a simulação do elemento “água” é como calculávamos, bastante difícil). O resultado está à vista, e ficámos todos com vontade de repetir o prato. E ele fez-nos a vontade. Mais um making of, desta feita referente ao filme Human Skateboard, produzido para a marca de ténis “Sneaux”. Transferindo a lógica que utiliza com os objectos para as pessoas, temos como resultado um estilo de animação largamente referido como pixelation, segundo Adam. Usando apenas dois rapazes como “fantoches” – um deles como tábua – ficamos com uma cena de skate de fazer inveja ao próprio Tony Hawk.

Human Skateboard

PES aproveita para dizer que neste caso a ideia era realmente brilhante e que a melhor forma de a valorizar e executar era de facto o stop motion. Mas afirma que nem sempre é o caso. Defende que o stop motion apenas deve ser utilizado quando melhor serve a ideia, ou seja é um meio que serve um fim, e não o contrário – acontece-lhe frequentemente uma marca ver os filmes que produz e ir ter com ele a pedir-lhe que adapte aquela ideia ao que quer que seja que vendem – sem dúvida uma má prática.

Despede-se não sem antes afirmar que pretende explorar outras técnicas e áreas criativas – nós achamos bem e só esperamos que com isso não abandone a produção de filmes como estes, porque não nos cansamos de os ver!

Um misto de criatividade, técnica e muita, muita paciência parecem ser os ingredientes necessários para pôr em andamento ideias como estas – e PES parece dominá-los a todos.

Ver excerto da conferência

Inês Araújo

Objecto da Semana….

The Powerhouse Museum has a unique and diverse collection of 385,000 objects that spans history, science, technology, design, industry, decorative arts, music, transport, and space exploration. The large majority of these objects never get to be on public display, but carry with them interesting, humorous, and fascinating stories. This blog will introduce you to some of the Powerhouse Curators, their favourite objects, and the stories behind them….

child labour is not working

The concept of my poster is to provide education for children.
Is important to show that children should not be involved in hard works, they must go to school where they belong to. The school is the place where they should grow up in order to participate in their own development as well as in the development of their countries, contributing with their knowledge achieved at school and later in the universities.
The dark mine represents the horrible thing that child labour is, forwarding to a proper route of knowledge represented in the books. This way, in an ascendant method, is in my full consideration the proper development for children with no stagnation.

ILLUSION

 

The concept behind my poster is very simple. I took one of the 10 reasons cited in “10 Reasons to Oppose HIV Criminalization” and adapted it to my idea – that people are trying to illude themselves with these laws. HIV, as a virus, will not be kept behind bars. And opposing to the criminalization of HIV transmission or exposure, we should focus on helping preventing its spread. So, i tried to play with these concepts: bars, illusion, and helping, as the red bow means prevention/help. I think that even when subjects are serious and important as this one, they should be approached with lightness. I don’t think communication is here to impose, but to show other points of view and make people think.                                      

Ágata Ventura

Multitouch Barcelona – OFFF

“A melhor interface é o homem”, é o que nos propõe o grupo Multitouch-Barcelona, num dos seus trabalhos de apresentação do festival OFFF, intitulado, The Human Interface.
O projecto demonstrado no vídeo em cima, exemplifica um elemento da equipa fechado dentro de uma caixa em que completa tarefas digitais de uma forma analógica.
Com este projecto, o grupo, pretende fazer uma critica ao interface digital e em especial à utilização demasiada que hoje em dia se dá aos interfaces das redes sociais.
É deixada a mensagem : “Cada vez que enviamos um abraço não é humano. O mesmo se passa com o Twitter. Quando twittamos um momento perdemos parte do prazer que teriam se apenas estivéssemos a viver esse momento”.
Esta abordagem é particularmente curiosa vinda de um grupo que trabalha em torno do conceito de interface, mas que no entanto têm alguma consciência do lado “negro da era digital”, como outros autores também abordam. É importante referir, Lee Siegel, autor de Against the Machine, em que um dos temas abordados neste seu livro é precisamente o facto de a internet gerar uma tendência para as pessoas se isolarem: “Quando não se consegue ver e ouvir outras pessoas, quando se interage com avatares, fantasmas que podem ou não ser quem dizem que são, estamos a preencher os espaços com a nossa imaginação; acabamos por estar a comunicar com fantasmas na nossa própria cabeça (in Público, Digital. Março 2008)”

Ana Filipa Araújo

sonic wire sculptor by Amit Pitaru

Amit Pitaru apresentou SonicWireSculptor: uma ferramenta de desenho 3D e um instrumento musical único. O projecto começou por ser, apenas, um instrumento de trabalho para o próprio Pitaru. No entanto, com o decorrer dos seus concertos, percebeu que podia transformar o software numa instalação imersiva para o público. A instalação permitiu melhorar o trabalho original dando origem a um leque mais vasto de utilizadores que, intuitivamente, interagiam com o ambiente.

Confesso que foi a conferência que mais me marcou pelo facto de esta ferramenta se basear numa ideia muito simples, mas depois se ter tornado numa experiência fantástica para o público que interage com ela.

A meu ver, este é um daqueles projectos únicos que, no fim, acabam por dar origem a inúmeros novos projectos.

Fica aqui o link para o site:  http://www.pitaru.com/ onde podem ver o filme de apresentação, bem como imagens e informações sobre o mesmo.

composite(Amit Pitaru)

Patrícia Simões